aqui ….
logo abaixo…
existia o soneto da fidelidade, o qual dediquei para a minha então namorada.
Hoje, dia 17/06/08, dando uma geral em todo o blog, vejo que o infinito não durou muito. Também vejo que ainda está por vir aquela que será a última. Fico com muita pena de tirar a foto que aí está, não pela pessoa mas sim pelo trabalho que fiz. Saber que tudo isso foi em vão.
Dói muito saber que no mundo ainda não existe aquela capaz de captar, de apenas receber o sentimento, sem dúvidas, sem receios. Apenas receber, sem cobrar o a mais…
Quem será qeu ainda passará por aqui, 1 ano e 8 meses depois.
Fica aqui um pedido…
Para, se por acaso alguma musa passar por aqui… saiba que estou procurando aquela que será a minha companheira até o fim dos meus dias, e que quando ficar velho, possa tomar meu chá no final da tarde, conversando sobre nossos netos. Uma pessoa que enxergue além da minha casca grossa e rabugenta. Que consiga penetrar minha alma e ser dona de todo meu sentimento! Que não me queira para ela, mas sim compartilhar a sua existência com a minha! Para sermos dois INDIVÍDUOS, únicos, diferentes, imperfeitos. Que dentro desta individualidade, exista a partilha, das emoções. Que me conte como foi seu dia. Dê risada. VIVA INTENSAMENTE junto comigo.Que eu nunca vá dormir brigado com ela, até o fim dos meus dias!!!!
Quanto soneto do vinícius… fica o soneto para você, que me inspirou desde o início, como uma fã,silenciosa, mas sempre presente; como a boa companhia que sempre me foi dentro das tardes. Nunca passando despercebida.
Faço minhas as palavras de Vinícius:
SONETO DA FIDELIDADE
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me preocupe
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.